Super memória vs. Segundo Cérebro: como obter maior produtividade com I.A.?
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estão te ensinando o segundo cérebro
errado e eu posso te provar. Não é bem
errado, mas vamos dizer assim, não é a
melhor maneira de você criar um segundo
cérebro. O conceito secondo
Thiago Forte, Building a Second Brain,
que é a ideia de você criar notas e
arquivos para que você tire a informação
que tá na sua cabeça e armazene em outro
lugar que fique mais fácil de ser
consultado. E é genial a ideia. O
problema é que quando a gente pensa num
conceito de segundo cérebro, eu
esperaria algo que eu conseguisse
consumir sem precisar de gastar muita
energia para duas coisas. Primeiro,
manutenção e segundo, leitura. Porque
basicamente se eu tenho uma estrutura de
vários arquivos estáticos fora do meu
cérebro, isso talvez não é tão otimizado
quanto é o meu cérebro para buscar
informação. E aí a gente começou a
pensar em outros caminhos e hoje eu
quero te mostrar ferramentas que podem
funcionar como um conceito de segundo
cérebro, mas bem mais interessantes do
que simplesmente empilhar arquivos
markdown estáticos. Bora nessa. Por que
que o segundo cérebro é importante?
Porque você consegue delegar pro seu
agente tarefas e ele vai ter sempre um
contexto, uma base de conhecimento
externa ao agente. Hoje o seu agente já
tem a memória dele, o cloud, o Codex, o
Hermes também pode ter essa memória, e o
OpenCla também. O problema é que quando
você olha para um agente, você tem que
entender ele como uma interface, não
como um produto. Se você tá vendo ele
como um produto, você vai entuxar tudo
ali dentro. Qual que é o problema? No
momento que você precisar de trocar de
agente, você tem que trazer tudo isso de
volta para um outro lugar. E aí você
acaba criando um loquin muito grande e
eventualmente você desanima até mesmo de
olhar para outras opções. Então primeiro
passo para você não ficar travado numa
única ferramenta é crie a camada de
memória e contexto externa a essa
ferramenta. Entendendo que o seu seconde
pode ir muito além do que simplesmente
salvar arquivos markdown, a gente já
elimina aqui a hipótese de usar o
obsidian ou git para fazer isso. Tem
coisa melhor. O mínimo que uma estrutura
de memória pro seu agente hoje precisa
ter para você ficar satisfeito é as
seguintes funcionalidades. A primeira
delas, eu acho que uma das mais
importantes, é a capacidade de sonhar.
Dreaming. O que que o Dreaming faz? Ele
vai pegar uma sequência de fatos e
acontecimentos que foram registrados em
memória e a partir desses fatos e
acontecimentos vai gerar novos fatos e
acontecimentos. Como assim, Vinícius?
Imagina que eu tenho uma empresa de 200
funcionários e tem dois times que não
ten uma interface direta, mas ambos os
times estão trabalhando nas mesmas
coisas. Se eu tenho uma camada de
memória compartilhada entre todos esses
times da empresa e que eventualmente vai
registrar as memórias das decisões de
ambos os times, eu consigo que ao final
do dia uma estrutura, um agente de a
leia todos os acontecimentos e me traga
alguns insightes. E um desses insightes
pode ser: Ó, tem dois times trabalhando
na mesma coisa. Fulano e fulano precisam
conversar que vocês vão conseguir
economizar bastante tempo e energia.
Então, a capacidade de dreaming, ela tem
justamente esse peso de ter um olhar
externo observando tudo que tá
acontecendo internamente dentro de um
fluxo, dentro de uma empresa, dentro de
um workflow de trabalho. E a partir
disso trazer para você insites
importantes, trazendo para um conceito
pessoal, pode ser na sua própria vida.
digamos que você tá aprendendo inglês
usando um agente de inteligência
artificial e em determinado momento você
começou a a viajar e não tá conseguindo
avançar tanto. Pode ser que essa camada
de dreaming ela perceba um padrão nas
suas falhas de aprendizado de inglês e
ela traga para você insites
interessantes de outros caminhos que
você poderia explorar. Então, a primeira
função que você tem que olhar dentro de
uma ferramenta é essa, a capacidade de
dreaming. A segunda função é a
capacidade de juntar memórias dentro de
um mesmo tema. Imagina que eu tenho o
tema aprender a andar de bicicleta. Eu
posso não saber andar de bicicleta hoje,
mas não significa que daqui 10 anos eu
não saiba. Então, em algum momento da
minha trajetória, eu vou aprender a
andar de bicicleta. Isso faz parte de
uma mesma linha do tempo, a linha do
tempo que eu não sabia e a linha do
tempo que eu sei. Ao invés de eu criar
simplesmente memórias novas, eu vou
versionar uma memória, um tema e esse
mesmo tema vai ter decisões diferentes
que aconteceram ali. Isso resolve o
problema que você talvez tá tendo hoje
no GitHub ou no Obsidian, que é
justamente fazer a gestão de memórias
novas, porque você não esquece, você não
sobrescreve o que já existiu antes, você
tem uma capacidade mais fácil, um
mecanismo, uma arquitetura mais fácil de
encontrar essas informações e você
depende menos de ficar olhando tudo que
o seu agente tá fazendo. Então, essas
são as duas principais funcionalidades.
Além disso, é importante observar se
essas ferramentas te oferecem, por
exemplo, um caminho de fazer uma busca
de dados vetorial com o hag e que esse
hag traga um metadado específico para um
arquivo. Então, ao invés de ler todos os
arquivos e gastar um monte de token para
trazer todos os arquivos, você faz uma
busca vetorial que traz um metadado
específico, aí sim apontando para aquele
arquivo completo dentro da sua base de
conhecimento. Tendo isso em mente, vamos
explorar aqui então essas ferramentas,
começando pelo Super Memory. O Super
Memory já traz a capacidade de dreaming.
Ele trabalha com a estrutura de grafos
por memória. Então você vai ter uma
conexão de pessoas, documentos,
projetos, fatos e acontecimentos. Ele
também trabalha com atualização com
histórico, que vem dessa mesma ideia de
identificar informações que substituem
ou complementam registros anteriores.
Vai facilitar para você gerenciar essas
memórias. Ele traz contexto temporal e
também esquecimento. Ele trata
informações inspiradas e permite excluir
memórias de recuperação. Ele também
trabalha com perfis persistentes, reúne
preferências e informações relevantes de
usuários ou projetos. Ele trabalha com
busca híbrida. Ele combina na busca dele
tanto a busca semântica com filtros,
relações do grafo e reordenação dos
resultados. E claro, ele vai trabalhar
também com conteúdo multimodal e
conectores, documentos, imagens, áudio,
vídeo e fontes, como por exemplo Google
Drive, Notion, GitHub. Ele tem a
disponibilidade hoje de você conectar
via API, via STK, MCP, entre outros
plugins no seu agente. Um outro player
interessante é o Mem Zero. Já falei dele
aqui em outros vídeos, inclusive. O Mem
Zero trabalha com extração automática de
fatos e preferências de cada interação.
Então ele vai trabalhar naquela
estrutura também de dreaming. Ele
trabalha com memória persistente entre
sessões. Então eu troco um agente para
uma outra sessão. Ele consegue manter
aquela memória persistente, semelhante
que o Super Memory também consegue
fazer. Ele trabalha com separação por
usuário, agente e sessão. Então, para
trazer isso dentro de uma empresa é
muito interessante porque você pode ter
memórias por pessoas que estão usando o
sistema, quanto também pelo agente. Ele
faz a busca semântica também híbrida,
como o Super Memory faz. Então, conforme
a versão e configuração que você tiver
utilizando, ele vai buscar várias
informações de várias fontes de dados.
Ele trabalha com identificação e conexão
de entidades para melhorar justamente na
recuperação de dados. Ele trabalha com a
recuperação temporal, considera datas
para distinguir acontecimentos passados,
estado atual e também planos futuros.
Trabalha com operações de de
gerenciamento, adicionar, consultar e
excluir memórias, API, SDC e ferramenta
de linha de comando, que é a maneira que
você consegue se conectar com ele. Isso
é a gente conectar com ele também via
MCP. Tem uma biblioteca aberta e um
servidor próprio e plataforma
gerenciada. Então, se você quiser pagar
para usar a plataforma deles ao invés de
hospedar por conta própria, tem essa
possibilidade. Outra opção interessante
é o Honcho. O Hon trabalha com
armazenamento de conversas, com eventos,
documentos e registros de ferramentas.
Ele trabalha com raciocínio em segundo
plano que vai extrair observações e
conclusões das interações, que é bem
parecido com aquela ideia de dreaming
que a gente falou, com um diferencial
interessante do Roncho, que ele vai
trabalhar por nível de esforço. Então
você vai ter um esforço mínimo de busca,
o esforço médio, o esforço maior e cada
um desses esforços vai consumir mais ou
menos tokens, mais ou menos custo de
API, porque junto com Honcho, ele também
usa uma estrutura de LLM para trabalhar
nessas buscas. Ele trabalha também com
representações persistentes de pessoas.
agentes, grupos e projetos, perspectivas
entre participantes, ou seja, ele modela
o que um participante sabe sobre o outro
quando configurado nesse caso. Consultas
em linguagem natural sobre participantes
ou todo o ambiente de trabalho. Aí a
gente tá falando da busca semântica
também. Busca híbrida com
palavras-chaves e vetores. Resumos e
contextos de sessão preparados para
enviar pro modelo. Organização por
ambientes, sessões, escopos de
recuperação. Aí também vem com API, STK,
MCP e integrações paraos seus agentes.
Uma outra opção, a gente tem aqui a
ferramenta da AI Coders Academy, que a
gente desenvolveu para de uma maneira
didática você conseguir aprender com a
inteligência artificial. maior
diferencial dela para todas do mercado
até agora é que não existe uma
ferramenta no mercado feita para te
ajudar a aprender usando inteligência
artificial. Vou te dar um exemplo.
Provavelmente você já tentou aprender um
idioma usando chat EPT. E aí você vai na
primeira aula com chat EPT, acha demais,
mas você não dá segmento naquilo. Você
não continua evoluindo seu aprendizado.
Isso por aquele aprendizado não tá
relacionado às coisas sobre você. Talvez
você tá aprendendo sobre agentes de A.
Seria sensacional ter uma aula de inglês
sobre a gente, mas seguindo uma ementa.
Então existe um caminho que a gente
desenvolveu justamente para você
conseguir desembolar e aprender mais
sobre inteligência artificial usando
essa estrutura de secondu. Ela também
trabalha com dreaming, ela trabalha com
busca semântica, com busca vetorial,
tudo de uma maneira otimizada para você
plugar em qualquer agente de ar que você
tiver, qualquer um via MCP, e você ter
essa estrutura trabalhando com projetos,
com tarefas, com lembretes, com pessoas
e por aí vai. Essa é a ferramenta,
inclusive que a gente usa em produção
aqui nos nossos agentes. Se você quiser
aprender um pouco mais sobre isso, como
é que a gente tá construindo o nosso
second, tem uma aula gratuita aqui na
descrição, é só clicar que você vai
curtir para caramba essa aula. E ó, a
gente falou nesse vídeo sobre várias
ferramentas. Eu sei que você deve estar
pensando agora qual ferramenta usar. A
minha dica para você é: use aquela que
encaixar melhor dentro do seu workflow
de agentes. Se hoje você tá usando o
workflow de agentes em nuvem, busque a
solução que vai te entregar uma uma
integração em nuvem mais fácil. Se você
tá trabalhando mais local, busque a
solução que vai entregar uma solução
local mais fácil. A percepção de uso que
você tem que ter é a seguinte: você tá
gastando mais energia hoje, gerenciando
o seu secondas
que ele precisa fazer. Se você tá
gastando mais tempo gerenciando do que
usando, provavelmente tá errado. Dá uma
revisada em como é que você construi
essa base. Esse é o nosso vídeo sobre
second. Espero que eu tenha contribuído
com o seu aprendizado. Se você curtiu
esse vídeo, deixa seu like, se inscreve
no canal, compartilha lá no grupo dos
seus amigos e da empresa. No mais, tamo
junto. Eu sou Vini. Esse aqui é o canal
da Eoders Academy.
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Este vídeo desafia o conceito tradicional de 'segundo cérebro' baseado em arquivos estáticos, propondo uma abordagem mais dinâmica e integrada a agentes de IA. O autor destaca a importância de criar camadas de memória e contexto externas à ferramenta, focando em funcionalidades como 'dreaming' (capacidade da IA de gerar insights a partir de fatos registrados) e gerenciamento de memórias versionadas. Ele apresenta quatro ferramentas que implementam esses conceitos: Super Memory, Mem Zero, Honcho e uma ferramenta própria da AI Coders Academy, finalizando com dicas sobre como escolher a melhor opção com base no fluxo de trabalho do usuário.
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