Corremos o risco de um novo CONFLITO MUNDIAL? | João Carvalho
208 segments
Pergunta do menino Marcelo. Existem
chances desse conflito escalar para uma
guerra mundial? Tenho visto muita coisa,
mas quero opinião de alguém sério. Vou
só te mostrar uma coisa aqui que parece
que não tem nada a ver. Vou mandar
traduzir aqui, ó. Olhem estas almas
inocentes. Vocês estão vendo aqui o
pessoal marchando, o pessoal na rua, né?
Estes são marinheiros iranianos
desfilando em um evento na Índia. Este
evento terminou ontem.
Ontem. Hoje eles voltaram para casa.
Eles eram nossos convidados que os
recebemos em solo indiano. A postagem é
de um indiano. Um submarino americano
atacou o navio deles e matou cerca de
100 pessoas no Oceano Índico. O governo
indiano permanece em silêncio sobre esse
ataque. Que vergonha. Quero te mostrar.
aqui. O que que aconteceu com esses
iranianos? Vamos lá. Primeira coisa,
teve um exercício naval coletivo na
Índia. Quero lembrar todo mundo que
porventura tenha se esquecido que a
Índia é um membro do Brics. Loucura, né?
Loucura. Vamos continuar aqui. Neste
exercício foi convidada a Marinha
Indiana que mandou uma fragata para lá.
Esta fragata com cento e poucas, 200 e
poucas pessoas foi lá e fez aquele
desfile que vocês estavam vendo. Aí hoje
ela estava voltando e aí acontece isso
aqui, ó. Últimas notícias. Um submarino
americano estadunidense acaba de atacar
um navio iraniano na costa do CL.
Inclusive quem divulgou o vídeo do
ataque foi o próprio Stragos Unidos. 101
pessoas desaparecidas,
78 feridas no Sriilanca, Oceano Índico.
Essa guerra acaba de sair do Oriente
Médico. China e Rússia já fornecem
informações de inteligência via satélite
ao Irã. Bases americanas foram
destruídas. A Índia agora abriga bases
aéreas de reservas americanas. Vamos lá
de novo. A Índia está fazendo aquilo que
a Espanha se negou a fazer. O primeiro
ministro da Espanha virou e falou: "Esta
guerra é injusta. Esta guerra é um
absurdo à luz do direito internacional.
nós não participaremos dela, nós não
permitiremos que nossas bases sejam
usadas. Se vocês acompanham eh como eu
acompanho, vocês vão ter notado que hoje
os Estados Unidos, por meio do Donald
Trump ameaçaram o rompimento de relações
e retaliações comerciais à Espanha. O
primeiro ministro da Espanha virou pro
Trump e falou: "Teu cu laranja, seu
filho da puta". E além disso
falou: "Não farei nada, não abrirei mão
da soberania espanhola".
Dona Índia, não. Dona Índia abre as
pernas para os Estragos Unidos. Só quero
mostrar mais uma coisa aqui para vocês,
tá bom? Vamos lá. Índia
recebe
Netaniarro
há seis dias atrás.
tá? Seis dias atrás, enquanto o mundo
inteiro renega este genocida fugitivo,
isso aqui é um genocida fugitivo, tá
gente? Este homem é condenado
internacionalmente, é um genocida
fugitivo, tá bom? Enquanto o mundo
inteiro que de o mundo inteiro de bem,
né, renega renega
este fugitivo, o que que Narenda Modre
estava fazendo? Tava recebendo ele aqui,
ó, dia 26 de fevereiro,
antevéspera,
antevéspera do ataque
em de Israel avançam em acordos
estratégicos após reunião de Mode e
Netaniarro.
Quero lembrar para vocês que Narenda
Mode é o representante do fascismo na
Índia. Quero lembrar para vocês que este
homem representa o bramanhismo hinduta.
João, o que é o brahmanismo hindut? É o
fascismo brah que acredita que os brah
são superiores a todas as outras castas
e a todos os outros povos e etnias da
Índia inteira.
Este homem é do BPP, o partido do
fascismo na Índia, nacionalismo
chovinístico indo. Beleza? Beleza?
Então, nós temos isso aqui. Só que o que
que aconteceu? Dona Índia chamou,
convidou o Irã. O Irã mandou, foi uma
corveta, não foi uma fragata, deixa eu
ser mais técnico. Mandou uma corveta e
participou do desfile e dos exercícios
conjuntos.
Na volta, os Estados Unidos, vocês estão
vendo aqui, né? Vocês estão vendo aqui o
buraco no meio da corveta, né? Os
Estados Unidos atiraram
com um submarino em águas territoriais
do Sri Lanka. É só isso? Não, não é só
isso. O Sriilanca, Colombo
foi correndo para ajudar e tentar salvar
os caras. Quando um navio é atingido,
ele manda um sinal, né, o famoso eh
distress signal, né, o sinal de alerta
avisando que ele foi atendido. Eles
mandaram esse sinal para Colombo, que
tava mais perto, e paraa Índia, de onde
eles estavam saindo. Lembrando, gente,
que uma vez que era um exercício,
que esta nave não era uma belonave, essa
corveta não estava participando da
guerra, ela deveria ter salvo conduto.
Ela deveria ter salvo conduto. Ela teve
salvo conduto? Não, ela não teve salvo
conduto. Ela foi alvejada
no mar territorial de um terceiro país
que não tem nada a ver com isso. Quando
ela mandou o sinal dela, sabe o que que
a Índia fez? nenhuma.
A Índia ignorou o sinal, o pedido de
ajuda. E quem ajudou foi Colombo. Quem
ajudou foi o Cilã. Aí, jovens, vamos lá.
Uma vez que a própria CNN recebeu um
general de alta patente, general não, um
coronel de alta patente do exército
americano americano,
que afirmou que as bases foram
destruídas e agora eles estão tendo que
usar bases na Índia. A Índia está
recebendo
as belonaves estadunidenses para
reabastecimento e logística. A Índia
convidou a Marinha iraniana, a Índia que
tava uma semana atrás trocando ideia com
o Netaniarro. A Índia não sabia, né?
Óbvio que tinha um submarino americano
entrando perto das suas águas
territoriais, deixou a corveta iraniana
ser alvejada e não fez nada nem para
ajudar quem tava morrendo. Contar um
segredo para vocês. Quando a gente
recebe sinal de ajuda de coisa batida,
cara, a gente faz para inimigo, tá? Para
inimigo. A Índia não. A Índia deixou a
galera morrer no mar e falou: "Foda-se,
o Sriilanca que deteus putos". Eu não
preciso contar para vocês a diferença do
tamanho da Índia, do tamanho da Marinha
da Índia, do tamanho do exército da
Índia em relação ao Sriilanca, né?
Então, os coitados do Sri Lanka estão
tentando ajudar da melhor forma
possível, mas a verdade é que a Índia se
vendeu a guerra estadunidense. Vamos
lembrar que a Índia faz parte do quadro,
apesar de fazer parte dos bricks. Se eu,
João, fosse o chancelerir do Brasil, eu
tava gritando reunião de emergência pros
bricks agora,
agora para expulsar a Índia. A Índia tem
que ser expulsa dos bricks. Inclusive eu
já aproveitava e chamava o Paquistão no
lugar. Tá contar um segredo para vocês
aqui. É assustador isso aqui mesmo. E
aí, como o Marcelo tinha nos perguntado,
existe uma chance dessa guerra se tornar
uma guerra mundial? A cada dia mais já
está se tornando. Agora a gente tem
literalmente
um ataque em outro, não é em outro
continente, né? né? Orientamento tá na
Ásia, mas em outro país, nas águas
territoriais do Sri Lanka, e aí? E aí?
Então, meu amigo, complexo. Sabe por
quê? Porque se a Índia viresse e falasse
assim: "Olha, essa não é com a
gente, vamos defender o direito
internacional, não vou dar base pros
americanos, vou ficar aqui no meu
cantinho." Era uma coisa, a Índia tá
recebendo um condenado fugitivo de
Tribunal Internacional,
fazendo parceria de segurança com
Israel, não prestando auxílio à corveta,
vamos ser muito técnicos aqui, do Irã,
tá? Então assim, jovens, eu ouso dizer
que dona Índia, né, eh, abraçou
gostoso
um lado da guerra, tá? Um lado da
guerra. Aí, jovens, é ver o que que vai
acontecer na sequência. Dado este fato,
a gente vê que o escalamento já não é
meramente
regional.
Enfim, era isso para responder ao menino
Marcelo.
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O vídeo aborda a escalada de um conflito para uma possível guerra mundial, destacando um ataque recente. Um submarino americano atingiu uma corveta iraniana no Oceano Índico, próximo à costa do Sri Lanka, matando cerca de 100 pessoas. A corveta estava retornando de um exercício naval na Índia. O palestrante critica a Índia, um membro do BRICS, por não ter ajudado o navio iraniano e por estar abrigando bases americanas, contrastando com a Espanha, que recusou apoio militar aos EUA. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, também se reuniu com Benjamin Netanyahu dias antes do ataque, consolidando acordos estratégicos. O incidente, ocorrido em águas territoriais de um terceiro país, é visto como um sinal de que a escalada do conflito não é mais regional, mas global, e o palestrante sugere a expulsão da Índia do BRICS.
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