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Por Que Cada Corrente Marxista Interpreta Marx Diferente

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Por Que Cada Corrente Marxista Interpreta Marx Diferente

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271 segments

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O Thaago já mandou isso aqui mais de uma

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vez. Eu vou responder ele. Tho, fica

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tranquilo, meu filho. Eu tô lendo as

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coisas. Não precisa mandar 30 vezes,

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não. Fala, João. Tudo certo? Você pode

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explicar qual que é a diferença entre o

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que defendem os leministas e os

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trotosquistas? Pergunto porque eu

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gostaria de um dia ver os camaradas da

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internet se unindo. Thaago, é

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infinitamente mais complexo

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do que isso, tá? Se você quiser ver

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[música] um conteúdo que eu acho muito

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bom falando a respeito disso, tem um

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conteúdo do Ian, ele tá falando de um

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livro do Harpa Br, que para mim é o

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melhor livro sobre o assunto, que é esse

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livro aqui, ó, que é o trotquismo versus

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leninismo, lições da história. Esse

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livro é muito difícil de achar em

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português, mas você acha ele caído do

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caminhão com muita facilidade. Depois eu

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procuro ele para você se quiser. Vamos

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lá. Vou começar lá de trás. Vou começar

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lá de trás e [música] vou tentar

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explicar superficialmente,

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muito superficialmente, básico do bar.

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Eu tenho a mais absoluta certeza que

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levarei pedrada de todos os lados, mas

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faz parte. Marxismo. Que que é o

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marxismo? Quem que é o marxista? É quem

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vai seguir a obra teórica de Marx e

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Engels. Beleza? Tranquilo? Depois do

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Marx e Engels, a gente tem um primeiro

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salto

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qualitativo. Quando a gente diz que a

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gente teve um salto qualitativo, o que

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que a gente tá querendo dizer? A gente

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tá querendo dizer que este acúmulo, que

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este aumento na teoria, ele foi em todas

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as partes. Ele não foi simplesmente um

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pequeno salto numa compreensão

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econômica. Ele não foi só um salto

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organizativo,

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ele não foi só um salto

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eh filosófico.

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Nós estamos falando de saltos de

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acúmulos que mudaram todas as bases

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desta teoria, atualizando ela para o seu

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tempo. O Lenin nunca, nunca virou e

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falou assim: "Agora todos são

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leninistas". O Lenin sempre foi um

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marxista. Quem erige o leninismo a um

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novo salto qualitativo são os seus

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seguidores. São as pessoas que vêm a

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posterior. As pessoas vão analisar a

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obra do Lenin e vão falar: "Gente, o

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Lenin deu um salto em tudo da teoria

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marxista. Ele deu um salto filosófico,

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ele deu um [música] salto na economia

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política, ele deu um salto organizativo,

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enfim, agora a gente tem um novo nível,

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marxismo leninismo. O trotquismo não é

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necessariamente leninista. É a primeira

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coisa. Aqui eu vou te dizer o que que um

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lado vai falar e o que que o próprio

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trotquismo vai falar. O trotisquismo

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também não é uma coisa unívoca.

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Dentro do trotquismo existem correntes

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diferentes e às vezes até antagônicas

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dentro do trotsk. Beleza? [música]

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Primeiro, nem todo trotquista vai

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considerar lenin um [música] salto

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qualitativo. Alguns vão, tem alguns que

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consideram, nem todos consideram. Para

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os trotquistas, quem teria dado este

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salto tercia sido o Trotsk. para os

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marxistas leninistas, não. Beleza? Então

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você tem aqui os trotquistas seguinte: a

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teoria marxiana, ou seja, criada por

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Marx e Engels, partes do leninismo, nem

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todo o leninismo,

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o que foi criado por Trotsk, que eles

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vão considerar um novo sal. Beleza,

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marxistas leninistas aqui. Eu sou

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marxista, leninista, maí. Por quê? que

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eu considero homoísmo

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um terceiro salto qualitativo, uma

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atualização

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que traz tanta coisa em tanto [música]

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lugar e tanto aporte que ele não é

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simplesmente quantitativo, ele não

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melhora uma coisa daqui, uma coisa de

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lá, ele não vai entrar na tradição

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marxista leninista, ele vai dar um novo

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salto e vai criar um novo ismo. O ismo

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aqui significa um salto qualitativo.

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Então, para mim e para todos os maístas,

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a gente tem marxismo, leninismo, maísmo.

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Nós maístas nem todos somos do da mesma

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vertente. Existem dúvidas, contradições,

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conversas em todos nós. Aí são outras

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coisas, não foi da sua pergunta, eu vou

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voltar aqui. Mas deu para [música] pegar

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um pouquinho aqui do básico, do básico,

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do básico, do básico. É isso. Cestrum

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Noctum.

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Oi, João. Você pode recomendar obras do

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nosso campo que fale sobre a contradição

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entre o individualismo e a vida como

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coletivo?

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Se possível obras que abordem de um

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ponto de vista psicológico?

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Cara, eh, de um ponto de vista

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psicológico, que eu mais vou te

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recomendar é Fanon.

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Fanon é ótimo para falar disso. Por quê?

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que Fanon vai tá trabalhando muito isso

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em boa parte dos seus dos seus livros.

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Se você pega o texto que é lá, né, do

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começo da da clínica dele na Argélia, o

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um sindroma norte-africano, se eu não me

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engano, ou se você pegar, por exemplo, o

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sociologia de uma revolução, o LAN de la

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revolução geren, ano 5 da revolução

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argina, eu não lembro como que ele saiu

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traduzido em português, mas agora ele

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saiu, tem na Jorgiza

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tá panão é muito bom para isso, muito

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bom.

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mesmo. Tô vendo que o professor Ricardo

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tá aqui. Um beijo pro professor Ricardo.

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Ele tá recomendando Mesaros. Eu vou

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fechar com ele no Mesaros porque eu ia

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te recomendar o pai do Mesaros, né?

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Assim, eu ia te recomendar o Lucash,

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só que o Lucas é uma leitura pesada, é

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uma leitura chata, é uma leitura

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difícil. O Mesaros, cara, escreve

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infinitamente

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melhor do que o Lukash. E para mim,

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escrever melhor é a escrita que é mais

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compreensível.

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Isso foi uma coisa, cara, que eu aprendi

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ao longo da minha vida e é por isso que

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eu tenho tanta dificuldade de escrever.

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Quando eu era um jovem mancebo

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com 20 anos de idade só nas costas,

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eu tava no meu mestrado, fui fazer a

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qualificação e eles queriam me passar

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pro meu doutorado direto.

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Meu irmão, eu era pedante na minha

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escrita, tá? Para um [ __ ] mas muito.

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Por quê? Porque eu achava que eu tinha

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que escrever da forma mais tétrica

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possível

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para eu me tornar igual às pessoas que

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eu lia no meu campo e que escreviam da

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pior forma possível.

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Na faculdade,

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na disciplina de medieval, o primeiro

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contato que eu tive com o teórico

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medievalista foi com o mais pedante

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deles todos, que é o Alan Guerrô.

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feudalismo, um horizonte teórico.

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E eu li aquela [ __ ] e falei: "Porra, se

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eu quero ser medievalista, eu tenho que

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ser pior ou igual ao Alan Guerrot". O

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que que é pedante? Alguém que escreve de

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forma difícil, que usa palavras

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rebuscadas à toa, que o foco da

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comunicação não é o a comunicação,

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é quase que você tá escrevendo num outro

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idioma que é só para os iniciados,

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porque aí só o pessoal da academia vai

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te entender e aí você fica lá na rodinha

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de [ __ ] acadêmica, tá? Eu era muito

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assim, muito assim, muito.

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Cara, a vergonha que eu tenho hoje,

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extremamente culto, absurdamente culto,

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desnecessariamente

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culto. E não é só a questão de ser

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culto. Às vezes o cara é muito culto,

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mas ele passa o que ele tá querendo.

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O cara que é pedante, ele tá comendo

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feijão e arrotando caviar,

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saca?

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E assim, velho, e na moral, de coração,

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o Mesaros escreve ridiculamente bem

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e o Lukas não.

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Lukas é muito tétrico.

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Tétrico. Muito té, muito tétrico. Muito

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fechado. É, é, é, cara, é hermeticamente

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lacrado aquilo ali, sabe? Você não tem

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toda uma base, não tem? Tio, você é gago

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também? Acho que não.

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Às vezes a gente para para pensar e a

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gente repete como função fática. Se isso

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é considerado gagueira, ninguém nunca me

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deu um diagnóstico.

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Enfim,

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Ricardo tava falando, o Mesaros é ótimo

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para isso, tá? O Mesaros é de fato muito

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bom também para essas relações. E o

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Mesarus ele busca escrever alguns livros

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mais simples ainda.

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O Mesaros tem livros que são livros

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muito pesados do ponto de vista eh

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teórico.

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E ele tem livros que não, que ele fala

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assim: "Porra, eu quero que esse livro

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chegue no maior número de pessoas

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possível".

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Então, além do fan mesav, além deles,

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tem muita gente dentro da pedagogia e

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dentro da psicologia histórica, que

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também vai ser muito bom. Dentro da

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pedagogia, qualquer um dos grandes

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pedagogos soviéticos que você pegar vão

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eventualmente em um texto ou outro

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abordar isso. Que que eu te

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recomendaria?

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a que para mim escreve melhor de todos

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eles, que é a Nadies da Krupskaia.

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No livro que saiu traduzido da Nades da

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Krupskaia,

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na expressão popular

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tem textos que vão contemplar a sua

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busca, tá? Se você entrar aí, ó, agora

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expressão.com.br.

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Vou até entrar aqui, ó. Você pode

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procurar aqui

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procia,

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tá? Aí, ó, construção da pedagogia

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socialista. Esse livro vai te ajudar

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para [música] um [ __ ] Ele é muito

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bom para isso.

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Show, show. Se você quiser,

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o pessoal da psicologia

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histórica aí, meu irmão, cola aqui, ó.

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Bruno Catares. Deixa eu só pegar o

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negócio do Bruno aqui, ó.

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Aqui é o cataris. Aqui vai ter o

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arquivo. Não, não é isso que eu quero

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não. Eu quero link tri do Bruno. Deixa

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eu voltar ali.

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Aqui é o link tri do Bruno. Aqui vai ter

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o site, a após, tal, milhões de coisas,

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curso que ele tá dando, tá? Aqui tem um

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drive de psicologia materialista. Nesse

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drive você vai achar o texto de todo

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mundo. Que que você faz? Você vai no

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site primeiro. No site você vai procurar

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os termos que te interessam mais. E aí,

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cara? Eu não sei se vai ser o Leonev, se

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vai ser o Ilienkov, se vai ser o Luria,

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mas vai ter muita gente que vai chegar

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aqui. Mais perto que eu cheguei disso aí

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foi a escola comuna. A escola comuna

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agora eu esqueci, é do Shugin ou do

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Pistruck. Eu acho que a escola comuna é

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do Pist. Vamos [música] conferir aqui.

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Moises Pruck ou Victor Schugin, não

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lembro. A escola comuna

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é do Pistraca.

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Moises Pistrak, tá? Enfim, eh, também o

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pessoal de psicologia histórica vai ter

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muitos textos e neste sentido,

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né? E aí, como eu tenho muita

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dificuldade de escrever bem, eu escrevo

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pouco.

Interactive Summary

O vídeo discute as diferenças entre marxismo, leninismo e trotskismo, explicando que o leninismo e o trotskismo são saltos qualitativos dentro do marxismo, cada um com suas próprias interpretações e seguidores. Também aborda a importância da clareza e acessibilidade na escrita acadêmica, criticando o pedantismo. Por fim, recomenda obras de autores como Fanon, Meszaros, Krupskaia e Bruno Cataris para quem busca entender a contradição entre individualismo e coletividade sob uma perspectiva psicológica e histórica.

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