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Alguns fazem Submarino, a gente faz Chevette elétrico!

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Alguns fazem Submarino, a gente faz Chevette elétrico!

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297 segments

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Hoje o Diast recebe GU Ferrares, a mente

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por trás de projetos que vão de

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computadores submersos, simuladores do

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tamanho de calos reais e até um chevete

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elétrico. Acredite [risadas]

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se quiser. Primeiro no Labs e agora no

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canal reset, sempre empurrando ali o

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limite do que dá para fazer com

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criatividade, parafuso, uma impressora

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3D e um pouco de irresponsabilidade

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calculada.

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Além da sua qualidade como comunicador

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ser muito boa, a didática com a qual

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você apresenta os projetos que você tá

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fazendo é muito muito interessante. Eh,

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um dos projetos preferidos do seu canal

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que eu assisti, que eu acho que esse até

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do do Lebs ainda, não é do Reset, foi do

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primeiro PC submerso que você fez. legal

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>> que você testou vários líquidos

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diferentes. Ah, não, esse aqui não pode

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porque esse aqui é condutivo. Ah, não,

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esse aqui tem minérios, então esse aqui

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não pode. E de maneira simples você

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apresentou vários conceitos bacanas

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assim que se você for parar para pensar

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é umas coisas de física, química.

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>> Exato. É conceitos científicos, mas do

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jeito que você explica, você fala assim:

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"Nossa, como que eu não pensei nisso

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antes? Faz todo sentido". Na verdade

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assim, eh, eu não tenho muito

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conhecimento dessa parte e a ideia do

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canal sempre foi tipo, o que eu domino

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eu domino, o que eu não domino a gente

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vai aprender juntos e vamos testar, né?

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E muito de pesquisa. Então, hoje a gente

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faz bastante pesquisa para poder fazer

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esses vídeos. Esse do Aquário eu fiz,

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cara, eu já fiz umas duas ou três vezes.

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A primeira vez eu acho que foi na época

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da Rockets ainda lá atrás que eu fiz pro

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David Jones. era um computador

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customizado em óleo mineral, que depois

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eu até falei pra galera que foi uma

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assim, foi um equívoco completo, porque

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imagina um computador que pesava 70 kg

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de óleo mineral na casa de um youtuber,

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tá ligado? [risadas] Então, tipo, era

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loucura assim, mas a gente adorava

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inventar essas loucuras. E aí depois eu

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fiz de novo, né, com aqueles fluidos de

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elétricos que são utilizados para

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mineração aí numa versão mais estável e

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tal, mas com que funcionou muito bem

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assim, durou eu depois de um ano e pouco

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eu desmontei. E aí, cara, a ideia do

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canal sempre foi essa, né? tentar

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mostrar essas coisas de forma criativa,

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eh, um pouco educacional, mas eu acho

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que ainda assim com o pé no

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entretenimento. Eh, eu eu tento passar o

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conhecimento, mas sempre com pé no

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entretenimento. Eu acho que o público

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meio que eu pelo menos quando vou

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assistir o YouTube, assistir alguma

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coisa, cara, é para relaxar. É tipo,

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putz, para relaxar mesmo. Quando eu vou

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assistir algo, eh, por exemplo, mais

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educacional, é quando eu tô no meu

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horário de trabalho, que eu preciso

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pesquisar algo para aprender fazer algo.

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Mas eu tento tratar eh o meu público

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para que ele assista o meu conteúdo na

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hora de relaxar, tá ligado? Então, é a

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hora que ele vai se divertir, é a hora

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que ele vai gastar aquele tempo para ver

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conteúdo eh meio que de entretenimento,

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mas ele acaba aderindo algumas

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informações nesse meio, sabe? Então eu

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tento ser eh esse cara, sabe, desse tipo

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de conteúdo.

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>> Conselhar essas duas coisas deve ser eh

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bem desafiador, eu imagino, né? Porque

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parecem duas, sei lá, duas nuances, dois

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pontos do espectro muito à parte um do

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outro, o entretenimento da educação. No

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entanto, você e diversos outros canais

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conseguem fazer essa mistura de uma

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forma muito interessante, a ponto de que

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quem quer só ver umas loucuragem com PC,

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tecnologia e coisa assim, vai clicar

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nesse vídeo, vai se satisfazer e quem

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quer aprender alguma coisa no processo

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consegue tirar essa informação. Agora eu

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te pergunto algo que talvez você já

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tenha refletido sobre ou você faz

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intuitivamente, não sei, mas como é que

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você dosa o quanto de informação versus

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entretenimento você coloca num vídeo?

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>> Cara, eu não sei. [risadas]

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Tipo assim, ó, é basicamente depende

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muito do conteúdo, tá ligado? E tem

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conteúdos, como eu falei, o que eu

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domino, eu tento trazer mais educ de

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forma mais educativa. Aquilo que eu não

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domino acaba indo mais pro

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entretenimento. Então, quando a gente

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vai falar de computador, hardware, eh,

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specs e tal, eu tenho a bagagem para

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poder trazer algumas informações. Quando

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a gente vai falar de alguma coisa

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relacionada a componentes eletrônicos e

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tal, eu tento trazer eh um pouco mais de

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informação, mas, por exemplo, no caso da

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montagem do Chevete elétrico que eu tô

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fazendo, que é totalmente fora da minha

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área, tipo assim, é outra parada, tem a

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parte educacional, mas ela normalmente

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não vem de mim, ela vem de outras

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pessoas que trabalham com isso e acabam

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participando na produção dos vídeos.

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Agora, eu trato o projeto de Chevete

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como um pouco do entretenimento, sabe?

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Tipo, eu não consigo trazer muita

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informação ali, até porque eu não

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domino. Por mais que eu pesquise e traga

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poucas coisas, eu acho que a dosagem

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desse projeto, ela é mais o

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entretenimento do que o educacional, até

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por eu não ter domínio da coisa. Então,

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vai muito do conteúdo, sabe? Eu acho que

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vai muito de qual conteúdo eu tô

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produzindo naquele momento. E e uma

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coisa que a gente tenta também eh fazer

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é comercialmente

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adequar aquele anunciante, por exemplo.

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Então aqueles hoje eu tenho uma parceria

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com uma uma escola de tecnologia e eh

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quando eu tenho esse insert no em vídeos

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específicos, eu tento tratar aquele

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conteúdo como algo mais educacional.

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Então, não é sempre que acontece por

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causa do cronograma mesmo, às vezes não

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bate, mas quando é algo comercial que

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envolve educação, eu tento colocar em

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algum conteúdo que eu vou trabalhar em

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um código ou sei lá, em uma eletrônica e

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coisas assim, sabe? Então, é isso que eu

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tento fazer para poder equalizar as

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coisas. Mas você fala para mim: "Pô, eu

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tenho isso pensado a todo vídeo, todo

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momento, nem sempre, nem sempre". Eh, às

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vezes vai meio que no flow mesmo. Às

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vezes tem roteiro, às vezes não tem.

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Depende muito do conteúdo, tá ligado?

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>> Eu acho que esse é até um aspecto pra

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gente entrar do seu conteúdo assim,

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porque tem muita coisa experimental, né?

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Tem muita a impressão que eu tenho vendo

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de fora assim é que, mano, eles falaram

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ali, vamos fazer aquele negócio, ver se

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vai dar certo e e vão, entendeu? Vamos

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para ver o que que sai do outro lado.

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>> Tem vários experimentos que você

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precisou ir ajustando as coisas no meio

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da gravação, no meio do projeto, porque

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não saiu como esperava, né? Eu lembro

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que quando você tava fazendo um dos seus

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simuladores antigos ainda, né, que eram

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os painéis que as telas não estavam se

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ajustando, aí você teve que descobrir

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como emendar uma tela na outra, fazendo

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uma gambiarra com pedaço de painel para

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poder. Eu falei, cara, eu não acho que

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ele parou para pensar nisso antes. É

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lógico que não.

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>> Como que é o como que é o processo de,

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OK, vamos fazer essa parada. Como que

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você escolhe o que você vai fazer?

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Assim, a pergunta

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>> foi o que eu falei pr pra pro Dil no

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começo, tem coisa, tem roteiro, tem

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coisa que não tem. Então, coisas que são

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previsíveis até tem um roteiro, mas

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maioria das coisas que eu faço não é

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muito previsível, tá ligado? Por

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exemplo, um exemplo disso é o Chevete

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elétrico. O Chevete elétrico é um

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projeto que ele não tem previsibilidade

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nenhuma, mano. Nenhuma. É zero ou zero

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zero. A gente não sabe o cronograma

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daquele projeto. Ele acontece. Ele

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simplesmente acontece, mano. Eu chamo

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uma galera, falo: "Ó, vamos gravar hoje,

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cola aí uns amigos assim e vamos

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fazendo". A gente não tem muita

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previsibilidade do que vai acontecer. E

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é sempre assim, cara. A boa parte dos

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projetos acontece dessa forma. O Chevete

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elétrico, o único cálculo que a gente

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fez é o quanto isso vai trazer de

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público novo pra gente. Fim, a gente

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queria trazer um público novo, eu queria

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dar uma renovada na base, queria mudar

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ali um pouco do conteúdo e foi um dos

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pilares pelo qual a galera migrou de

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canal, porque a primeira temporada

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aconteceu no Canal Labs. Então, muita

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gente, esse conteúdo é aquele que era

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novela, ele acontece agora nesse começo

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de ano, ainda não voltou, mas as

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temporadas acontecem todo domingo às 6

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horas. Então isso cria uma novela e a

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galera quer ver a novela. Então quando

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migrou o canal, muita gente veio por

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causa desse projeto da novela que vai

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continuar. A novela das seis vai est ali

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no domingão, entendeu? Então a galera

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vinha assistir a novela. E esse projeto

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ele mostra um pouco do amadorismo que a

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gente não sabe como vai fazer, a gente

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vai aprendendo, mas é é vem naquilo do

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do que eu considero sucesso, que é

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incentivar a galera pô a mão na massa,

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mano. Não importa mesmo que você não

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domine a coisa, vai e faz, tá ligado?

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tenta fazer, aprende. Eh, e é um pouco

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do que é o Chevete elétrico. Ele é um

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projeto que hoje comercialmente não é

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viável, tipo, não é um projeto que eu

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tenho lucro, eu tenho muito gasto nesse

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projeto, mas é um projeto que renova a

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audiência. Eh, trouxe público novo, eh,

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pessoas que não me acompanhavam, passou

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a me acompanhar, não me conheciam,

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passou a conhecer. E então esse é um

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projeto que assim é experimenta

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experimental total, é teste. A gente não

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sabe como vai ser cada vídeo, como a

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gente vai resolver a bateria do carro

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elétrico. Eu tava antes dessa call

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tentando

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eh resolver a bateria do carro. Que que

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vai ser? Vai ser de outro carro

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elétrico. Aí eu compro um carro doador

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que não serve para nada. Eu tenho aqui

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um um carro doador que é um carro chinês

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chama Dong Feng. Serve para nada porque

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ninguém conhece o carro. É a engenharia

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antiga que não é uma boa ideia, mas tá

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aqui. Então é fez parte um pouco da

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história ali. Aí a galera começou a

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gostar mais do Dong Feng do carro chinês

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do que do Chevete. A galera só queria

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ver o Dong Feng funcionar, só que o

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carro não funciona nem por reza braba,

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não funciona. E aí, mano, é isso. Como a

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gente faz para fazer os projetos

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acontecerem, mesmo que a gente não

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domine eles? a gente vai dar um jeito,

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mas é aprendizado diário e nem sempre eu

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calculo se vai dar certo ou se não vai.

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O que eu hoje, cara, o foco é o

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conteúdo. Vai render um bom conteúdo,

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vai? Então, vamos vamos encarar. Eh, o

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simulador de avião que a gente

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construiu, fez lá cabine de avião

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gigante e tal, que é gigantesco, cara,

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vai render bons vídeos, vai, então vamos

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fazer. Mas nem sempre é calculado a

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trajetória do zero ao 100. Tem coisas

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que sim, tem coisas que não, mas a a

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maioria hoje, principalmente esses

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projetos muito grandes, eles são

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imprevisíveis, tipo, não tem muito como

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saber o que vai ser. Eh, tipo, é tipo o

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manual do mundo fazendo o o submarino.

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Eu acho que o Iberê ele é mais ele ele

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ele é ele é melhor do que eu no

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cronograma. Ele é muito melhor, não tem

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nem como comparar. Mas será que ele cons

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ele tem como prever tudo que vai

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acontecer na história do submarino? É

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impossível, mano, porque é um negócio

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muito complexo. Ah, o submarino quebrou

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o casco. Será que ele preveu quebrou o

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casco? Não, é tipo, é difícil, cara.

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Esses projetos que saem muito da curva,

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a chance dele dar errado ou ã e falhar é

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muito grande também. Não tem como

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prever, sabe?

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>> Valeu por assistir, galera. E esse aqui

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é só um corte de um episódio do Jocash.

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Quer saber o que rolou no resto da

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conversa? É só clicar nesse card que vai

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aparecer aí na sua tela. M.

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