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Começo do Fim de Israel? Breno Altman Crítica os Planos Expansionistas do Sionismo

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Começo do Fim de Israel? Breno Altman Crítica os Planos Expansionistas do Sionismo

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E tá muito claro que o objetivo do

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regime sionista é a grande Israel, a

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qual me referia aqui, do rio Eufrates,

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no Iraque até o rio Nilo no Egito.

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Além de ser um regime expansionista, um

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regime eh cuja lógica da guerra da

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expansão e, portanto, é um constitui uma

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ameaça aos demais países do Oriente

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Médio.

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regime sianista traz âmago da sua

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existência o racismo. Você acha que essa

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sociedade

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>> não é um problema religioso traz o traz

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um elemento racista,

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um elemento de supremacia étnica

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judaica.

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Enquanto este regime existir, não haverá

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paz e não haverá justiça no Oriente

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Médio.

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Você acha que a maioria da sociedade

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israelense respalda a teoria da grande

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Israel?

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ou o objetivo

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>> teria que ser aferido isso. Eu tenho

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absoluta convicção de que a elite

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israelense toda ela com graus com grau

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com intensidade maior ou menor sim se

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alinha em torno da ideia da grande

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Israel. Pode existir setores sionistas

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minoritários que não, mas a maioria

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sionista, a maioria da elite sionista é

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favorável a essa essa tese. Eu não tenho

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nenhuma dúvida disso. Essa tese não veio

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com a direita sionista. Essa tese já foi

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apresentada

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de maneira cínica por Bengurion.

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Benguion foi o fundador do Estado de

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Israel, primeiro primeiro ministro de

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Israel.

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>> Ben Gurion, quando estava para ser

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aceita a partilha da Palestina em 1947,

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Bengurion disse assim, eh, para

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convencer os seus pares a aceitar a

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partilha, porque a partilha não dava

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Israel toda a Palestina, dava 53,5% da

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Palestina. Ele disse assim: "Pessoal,

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vamos aceitar.

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Isso não significa abidicar o nosso

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objetivo final.

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Nós aceitamos a partilha como ela está e

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nós e ao longo do tempo iremos

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avançando,

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>> foi avisado.

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>> Iremos avançando, avançando primeiro em

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relação à Palestina que aconteceu e

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depois iremos avançar até recuperarmos

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as terras de Israel. em hebraico é erets

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Israel. Que que são as terras de Israel?

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São exatamente essas fronteiras do que

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um dia foi o reino unido de Israel e

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Judá 1000 anos antes de Cristo, como eu

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já me referia aqui na na entrevista, não

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é? Então isso sempre e o Bengurion ele

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era da ala supostamente da ala moderada

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do sionismo. Alguns dizem da ala

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esquerda do sionismo, porque o seu

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partido eh era um partido que que

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eh falava de socialismo e de

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trabalhismo. Era o atual partido

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trabalhista na eh uma pai era o partido

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do Benguriu naquele momento, depois

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virou a Vodade, depois partido

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trabalhista, mas a raiz do Partido

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Trabalhista é uma pai de de Bengurion.

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Ele se dizia um partido trabalhista,

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filiado ali, depois se filiou de um

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pós-guerra, se filia a a internacional

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socialista. Então ele era tido como um o

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expoente principal, ele Goldameir, Moché

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Daan, Itzakraben,

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eh Simon Perz, eles eram tidos como da

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esquerda sionista. Alguns são de

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sionismo de esquerda, que eu acho um

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oxímoro, né? Eu posso até aceitar a

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ideia de que o sionismo tem ala esquerda

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e ala direita. compreendendo aa esquerda

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como sua ala moderada e à direita como

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sua ala extremista, não é? Mas sionismo

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de esquerda faz sentido quanto o nazismo

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de esquerda, né? É uma ela como doutrina

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o sionismo é necessariamente de direito,

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não é? Pela sua característica

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supremacista,

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colonialista, etc., né? Então,

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>> eh

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Bengurion era dessa ala moderada, dessa

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ala esquerda e ele já defendia a grande

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Israel. Herets, Israel contra Mediná,

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Israel. Mediná, Israel é o estado de

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Israel moderno, atual nas suas

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fronteiras, que foi se expandindo

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através de guerras a partir de 48 e hoje

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controla 100% da Palestina, 100% do rio

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ao mar, do rio Jordão ao Mar

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Mediterrâneo, a um só estado que é o

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estado de Israel. Mas a sua pretensão

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rumo à grande Israel não é mais

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escondida.

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>> Mas eh você nos apresentou hoje um

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futuro muito incerto, né? Porque Israel

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não vai acabar hoje. É, seria um

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processo longuíssimo. Eh, e o Irã vai

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resistir. Eh,

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como vai ficar esse?

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Se Irã vai resistir, Israel não vai

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acabar.

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>> Momento em algum momento, em algum

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momento

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a corda se romperá. E eu estou

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convencido

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que a fragilidade

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do regime sionista é visível. Não é a

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fragilidade militar,

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é a fragilidade estrutural,

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o grau de isolamento,

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o problema demográfico.

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Eu aqui disse que Israel é um só estado

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do rio ao mar, mas nesse estado do rio

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ao mar, os judeus já não são maioria.

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Como faz?

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Dos 15 milhões que moram nesse estado do

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rio Omar, só 7.2 2 milhões são judeus,

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>> algo como a metade.

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>> Como é que você mantém um estado de

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supremacia étnica sem que haja maioria

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étnica,

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ainda por cima, reivindicando-se como

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uma democracia liberal na qual ocorrem

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eleições?

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>> É, antes de você falar isso, você falar

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pela força,

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>> pela força,

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>> pela força,

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>> subjulgando as outras etnias.

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>> Isso é uma fragilidade estrutural que

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nenhuma força militar resolve.

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mais cedo ou mais tarde, isso decompõe a

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capacidade de preservação do Estado. O

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eh historiador israelense, judeu,

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anticionista Ilampap, ele faz uma

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afirmação. Eu entrevistei o pessoal,

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quem quiser

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>> pode assistir, pode procurar o nosso

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canal, entrevista que eu fiz com o Ilan

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Pap. Ele diz assim: "Nós vivemos o

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início do fim do regime sianista

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e eu concordo com o Willan Pap.

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Eles possuem ainda uma força militar

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financeira imensa, porque são protegidos

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pelos Estados Unidos. Se os Estados

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Unidos desprotegendo Israel na segunda

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de manhã, na quarta tarde acabou.

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Na quarta tarde não existe mais Israel.

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O regime sionista se desmontou. Ele é

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uma artificialidade.

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Eles dependem 100% dos Estados Unidos.

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Militarmente 100%, economicamente 70%.

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Realmente, porque se

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>> Mas um regime que depende da força

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militar,

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se a força militar se degrada, como é

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que ele se mantém?

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>> Então, a gente só precisava convencer os

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norte-americanos que esse bebê não é

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dele.

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>> É uma batalha importantíssima essa

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batalha pela opinião pública

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norte-americana,

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não é? Por romper os laços de distintos

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grupos sociais e ideológicos dos Estados

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Unidos com Israel. Acho que se eu fosse

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norte-americano, essa seria minha

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militância.

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>> Muitos judeus eh

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norte-americanos,

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>> acho que seria a sua também,

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>> muitos judeus norte-americanos estão

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rompendo o consismo e assumindo esta

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causa de que os Estados Unidos eh

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devem interromper, cortar, suspender as

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políticas de apoio a Israel por se

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tratar de um regime colonial e racista.

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até setores da direita começam a abraçar

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satese, repito, como Tucker Cson, que

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chegou até a ser detido no aeroporto de

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Telvive.

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>> Verdade,

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>> não é? Então,

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>> estruturalmente o regime sanista é

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frágil.

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Interessante. Se matarem, se o Irã

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conseguir matar o Netaniarro, nós vamos

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ver festa no mundo inteiro. Essa festa

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que não houve com a morte de Camenei,

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haverá uma haveria uma festa no mundo se

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mata Netaniarro. Inacreditável.

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Nós veríamos milhões e milhões de

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pessoas nas ruas, inclusive nas ruas dos

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Estados Unidos, celebrando a morte de

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Netaniahar. Seria uma das maiores festas

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já vistas. Como isso aqui é um jornal,

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não vou nem dizer por onde que essa

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festa vai começar. Isso aí deixa você.

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Mas sem dúvida, seria uma festa

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>> totalmente diferente do que aconteceu

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com o Assassinado Camenei, né?

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>> Absolutamente.

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>> Houve festa para morte do Camene em

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algum lugar

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>> em Londres? Havia uns 10 ali tomando uma

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cerveja.

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>> Seguidores do Parlave.

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>> É claro. Seguidores do Parlave.

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>> Uma um grupinho de iranianos.

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>> Uns 20 aliilados em Londres. Qualquer

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coisa assim com alguns israelenses

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morrearro.

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Se esse míssil que o Irã disse que jogou

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contra o escritório na Taniarro

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acertasse a cabeça

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>> desse nazi sionista,

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>> era outro carnaval.

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>> Nossa Senhora. Uma festa gigantesca no

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mundo inteiro. Nós viremos viríamos dias

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e dias de celebração.

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Seria algo

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raramente visto desde o fim da Segunda

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Guerra Mundial. É isso que nós

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assistimos o mundo inteiro. Milhões de

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pessoas indo às ruas celebrar a morte de

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Netanira. Isso revela a fragilidade

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estrutural. Um regime isolado, que se

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sustenta pela força, que depende de

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mesada, que depende de mesada. É um

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filho caro, não é? Eh, um regime que tá

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se decompondo.

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Tá se decompondo.

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A República Islâmica tem suas

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contradições e problemas? Claro que tem.

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Claro que tem, mas as fragilidades

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do regime sionista são muito maiores.

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Ele se sustenta pela força militar e

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pelo apoio norte-americano e pelo apoio

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do lobby sionista no mundo e pelo apoio

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de governos europeus. Claro, esses essa

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aliança ocidental garante a

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sobrevivência do regime sionista, não é?

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Eh, mas as fragilidades estruturais são

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imensas. Não vou entrar aqui em outro

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programa, mas é aquilo que a gente tava

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conversando. Talvez pro Ocidente seja

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interessante um país ocidental no

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Oriente Médio para todo sempre. é um cão

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de guarda.

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>> É isso.

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>> Mas

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eh

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>> você jamais deix deixaria morrer seu cão

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de guarda.

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>> Cada cada Mas cada vez fica mais claro

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para setores

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sociais no Ocidente que isso não é só

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que é um cão de guarda caro, é que é um

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cão de guarda maligno,

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>> sem controle.

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>> É um um cão de guarda sem controle. É um

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c de guarda capaz de crimes

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muito semelhantes a do nazismo. Não há

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sustentação moral para selar esse cão de

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guarda.

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>> Ele é pior que o dono.

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>> Você não consegue contar pros filhos

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que isso é bonito.

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Você não consegue explicar pra sociedade

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que isso tem uma ética elevada.

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É a mesma coisa que contar

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pra sociedade

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eh que o regime nazista deveria ser

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protegido. Да.

Interactive Summary

O orador argumenta que o regime sionista busca a "Grande Israel", sendo expansionista, racista e fundamentado na supremacia étnica judaica. Ele explica que a elite israelense apoia essa visão, citando Ben-Gurion que, em 1947, aceitou a partilha da Palestina como um passo tático para uma expansão futura. O orador critica a ideia de "sionismo de esquerda", afirmando que a doutrina é inerentemente de direita devido ao seu caráter supremacista e colonialista. Ele destaca a fragilidade estrutural do regime sionista, mencionando a ausência de maioria judaica no território que controla do rio ao mar, sua dependência militar e econômica dos Estados Unidos, e o crescente isolamento internacional. O orador sugere que a morte de Netanyahu seria celebrada globalmente, evidenciando a perda de legitimidade moral e o custo de manter Israel como um "cão de guarda" para o Ocidente.

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